#desenvolvimento-web
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2 postsFrontend Sem Framework | Bastidores do The M.Akita Chronicles
Sem framework JavaScript, combinei Tailwind v4, Hugo, ERB e CSS inline para servir web, blog, RSS e emails. O resultado cobre dark mode, acessibilidade e compatibilidade com clientes como Outlook 2016.
Web Scrapping em 2026 | Bastidores do The M.Akita Chronicles
O scraping saiu de Net::HTTP e chegou ao Chromium com Ferrum e stealth patches para SPAs e sites protegidos. A regra final foi browser-first quando necessário, mantendo APIs e RSS como opções melhores.
2022 - dezembro
1 post[Akitando] #133 - Tornando sua App Web Mais Rápida! | 4 Técnicas de Otimização
Akita explica como NGINX, pools, cache, réplicas, filas, métricas e CDNs ajudam uma aplicação web a escalar. O caminho é medir gargalos e aliviar recursos, não trocar de stack.
2022 - janeiro
2 posts[Akitando] #113 - A Forma Ideal de Projetos Web | Os 12 Fatores
Os 12 fatores organizam apps web para deploys reproduzíveis e contínuos, mas não escalam tudo sozinhos: Akita mostra como arquitetura e gargalos do banco ainda podem derrubar o sistema.
[Akitando] #112 - Subindo Aplicações Web em Produção | Aprendendo HEROKU
Fabio Akita apresenta o fluxo básico de deploy no Heroku com Git, dynos, logs, Procfile, variáveis de ambiente, addons e Postgres, incluindo releases e rollback.
2021 - dezembro
1 post[Akitando] #110 - Como fazer o Ingresso.com escalar? | Conceitos Intermediários de Web
A partir da instabilidade do Ingresso.com, Akita explica CDNs, cache e jobs assíncronos e propõe uma sala de espera para controlar o acesso à escolha de assentos e serviços externos.
2019 - fevereiro
1 post[Akitando] #39 - A História do Front-End para Iniciantes em Programação | Série "Começando aos 40"
Akita reconstitui a evolução do front-end, de HTML, CSS e CGI a AJAX, smartphones, pipelines e SPAs, explicando que cada sopa de letrinhas surgiu para resolver problemas concretos.
2018 - novembro
2 posts[Akitando] #25 - Sua Linguagem É Especial? Parte 2 em 2001
Akita revisita um framework de 2001 em ASP, XML, XSLT e VBScript que antecipou técnicas parecidas com Ajax e NoSQL. Era overengineering, mas o projeto ensinou a testar limites e combinar ideias.
[Akitando] #24 - Sua Linguagem É Especial? Parte 1 em 2001
Em 2001, Akita criou um framework em ASP clássico com componentes, sessões em banco, validadores e upload. O projeto não foi usado, mas revelou os limites da plataforma e preparou sua migração.
2017 - agosto
1 postPor que Falar Mal do Ruby on Rails é Simplesmente Preguiça
Ruby on Rails não morreu nem lidera mais o mercado. Seu legado ajudou a definir o status quo da web, de Git e testes contínuos à nuvem, deploy contínuo e métricas.
2016 - julho
1 postAtualizando Meus Posts Antigos Sobre Uploads
Atualizei minhas recomendações de upload: Cloudinary com Attachinary simplifica direct upload e processamento de imagens, enquanto um CDN como o CloudFront deve servir os assets do S3.
2015 - novembro
1 postPhoenix "15 Minute Blog": comparação com Ruby on Rails
Comparo um blog com nested resources em Phoenix e Rails, de Mix a ExUnit. Phoenix é mais explícito e promissor para microserviços concorrentes, mas ainda não substitui o ecossistema Rails.
2015 - junho
1 post[Primeiros Passos] Elixir 1.0 + Phoenix Framework 0.13
O primeiro CRUD com Elixir 1.0, Phoenix 0.13 e PostgreSQL mostra um framework parecido com Rails, mas ainda imaturo. APIs concorrentes e recursos real-time eram promissores, não prontos para produção.
2014 - julho
1 postWeb Components é uma Revolução?
Web Components combina Custom Elements, Shadow DOM, Templates e HTML Imports para organizar e isolar componentes. O autor vê uma evolução útil para desenvolvedores, mas não uma revolução.
2013 - maio
1 post[#IF] ActiveAdmin + Editor HTML 5
O tutorial estende o ActiveAdmin com WYSIHTML5 e Dragonfly para criar um CRUD de páginas HTML com editor, galeria e upload de imagens, incorporando recursos de CMS à aplicação Rails.
2010 - maio
1 postVocê já está usando ETAGs, certo?
ETAGs fizeram um teste Rails cair de 9ms para 5ms ao evitar a renderização repetida, mas o autor ressalta o custo de consultar o banco e relata um teste frustrante com ActiveResource.
2008 - fevereiro
1 postConversando com Scott Hanselman
Scott Hanselman fala sobre carreira, diabetes e ferramentas Microsoft. Ele vê o ASP.NET MVC como alternativa testável ao WebForms e atribui a maior parte dos travamentos do Vista a drivers de terceiros.
2008 - janeiro
1 postConversando com Adrian Holovaty
Adrian Holovaty explica como as demandas de sites jornalísticos deram origem ao Django e às suas abstrações de alto nível, como site admin e Databrowse, além de discutir dados e EveryBlock.
2007 - julho
1 postHanselminutes: Entrevista com David Hansson e Martin Fowler
David Hansson e Martin Fowler defendem HTML e CSS para a Web atual, protótipos em páginas reais, iterações curtas e testes, enquanto criticam telas em branco, Photoshop e firulas sem função.
2007 - abril
1 postColuna RubyOnbr: Acampamento de Curiosos
A coluna usa o Camping como ponto de partida para entender ou criar um framework web mínimo. O desafio é aprender como essas ferramentas funcionam, não provar que sua implementação é melhor.
2006 - dezembro
1 postMinha Coluna na RubyOnBr: Rails, Sucesso pela Arrogância?
A coluna explica como o Opinionated Software orienta as escolhas do Rails e relaciona essa abordagem à tendência de criar aplicações web focadas, em vez de sites que tentam fazer tudo.
2006 - novembro
1 postMVC vs Model 2
A tradução diferencia o MVC original, a variação da NeXT e o Model 2 adotado na web, situando Rails academicamente mais perto deste último. A recomendação é escolher o design conforme a interface.
2006 - outubro
1 postLivro Free: Getting Real, da 37signals
A 37signals libera Getting Real para leitura online, defendendo software simples, telas reais e decisões baseadas no produto que o usuário vê. A abordagem combina especialmente com web apps que evoluem continuamente.
2006 - abril
1 postRails Manifesto
O autor apresenta Rails como alternativa ágil à complexidade do J2EE, apoiada em DRY e Convention over Configuration. A proposta é tornar aplicações Web simples e fáceis de adaptar.